de tantos atalhos, de tantas vidas. Na escuridão das suas ruas você se perde, o seu sol ilumina os paços, o vento a vagar espanta o calor, e quando a chuva viver, virá de verdade.
Não, a cidade cujo cotidiano exponho nas fotografias abaixo não é a Pedreiras dos anos 80, 90, são imagens “quentinhas” que fiz perambulando com minha máquina fotográfica pelas ruas da cidade. O que me veio à mente? Na verdade, quis sentir a doce sensação de dar a essa cidade em constante movimento, que quebra paradigmas, e que se moderniza, um ar mais retrô, lancei mão do poder que as imagens em preto e branco exercem sobre o observador e de alguma forma, viver numa época em que o Rio Mearim era a nossa maior riqueza ambiental e econômica, sabe, aqueles tempos comentados pelos nossos avós, tempos de ouro, ou melhor, arroz e algodão.